terça-feira, 22 de junho de 2010

1 copa do mundo!


1 copa do mundo do vinícius! Não podia deixar de registrar!!!




Golllllllllllllllllll




bjos

sábado, 19 de junho de 2010

Andador,cuidado!!!


Como é lindo ver seu bebê com maior liberdade de explorar o espaço mesmo quando ainda não anda, mas usa um andador. O grande erro dos pais – em seu total desconhecimento - é achar que o andador ajudará no aprendizado da criança ao começar a andar. Isso não é verdade. O andador traz prejuízos no desenvolvimento psico e motor do bebê.

Por que será que não é bom? Por vários motivos. A criança desde o nascimento passa por etapas do desenvolvimento em que cada fase serve de base para a próxima. Primeiro sustenta a cabeça, depois rola o corpo para os dois lados, se arrasta de barriga para baixo, senta com apoio, depois sem apoio, engatinha (alguns não passam por essa etapa), ficam em pé para então começarem os primeiros passinhos.

Em todo desenvolvimento motor e de equilíbrio a criança explora o ambiente e os objetos em sua volta, desenvolvendo paralelamente o aspecto neurológico. O bebê tenta alcançar objetos, observa os adultos e suas ações e imita.

O andador força a criança a pular várias dessas etapas essenciais para o desenvolvimento. Ela, por exemplo, não deixa a criança experimentar os “tombinhos” naturais do início do aprendizado do caminhar e, assim, a aquisição do equilíbrio é limitado e pode ainda deformar a estrutura óssea da perna.

Por pular etapas, o andador atrasa o início da marcha. Se o bebê é pequeno para o andador, usará somente as pontas dos pés para movimentar-se, o que poderá causar alguns problemas além do atraso da marcha, como alteração óssea.

Falsa liberdade - A sensação de liberdade que o andador oferece é ilusão. O andador não deixa a criança explorar adequadamente o espaço que está. Um simples objeto no chão e que desperte a atenção do bebê passa a se tornar algo inalcançável para o pequenino, pois o andador não oferece condições para que ele pegue e conheça a peça.

Já o bebê que não usa o andador poderá sentar-se no chão, engatinhar ou ir se apoiando nos móveis até chegar ao objeto desejado. Lembre-se: enquanto manuseia objetos e brinquedos, o bebê está desenvolvendo seu cérebro.

Veja como uma coisa puxa outra. O que pode ocorrer também com as crianças que usam o andador é a falta de estímulos pelos pais. Como a criança gosta do andador por movimentar mais rápido, ficam quietinhas e brincam sozinhas e são “esquecidas” pelos pais. A falta de estímulo pode causar uma deficiência no desenvolvimento neurológico.

Os acidentes que podem provocar graves lesões nas crianças são outro problema relacionado ao uso do andador. Os acidentes mais comuns são os tombos quando as crianças usam os pés para se impulsionarem para trás e batem a cabeça e as quedas em degraus.

De tão prejudiciais e perigosos para as crianças, a venda de andadores em países como o Canadá já é proibida.

O uso do andador compromete muito o desenvolvimento global das crianças. Os pais devem pensar nas conseqüências do andador antes de comprá-los. Não há criança normal que deixou de aprender a andar por falta do andador.

Obs: este artigo trata dos andadores onde as crianças ficam "sentadas". Os andadores "modernos" são aqueles onde a criança utiliza-o apenas para apoiar-se, como se estivesse empurrando um carrinho de supermercado. Para esses não há restrição.

artigo: autor desconhecido.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Parto humanizado

Depois que Gisele Bündchen teve seu filho na banheira de casa, os partos domiciliares voltaram a ser assunto na mídia e nas rodas de futuras mamães. De um lado, há os que defendem que o ambiente hospitalar tirou da mulher o papel de protagonista na hora do nascimento do bebê. De outro, aqueles que reforçam a importância do aparato médico para diminuir a dor da gestante e garantir a saúde do recém-nascido.

O parto domiciliar é uma modalidade de parto humanizado, algo que está se difundido no país. “O termo se refere ao movimento humanístico, que enfatiza a valorização do humano em detrimento à valorização da técnica”, explica o obstetra e ginecologista Ricardo Herbert Jones. Sob essa conceito, há diferentes procedimentos possíveis: o parto na água (que pode ocorrer na banheira da gestante ou até mesmo em um hospital), o parto de cócoras, ou, ainda, o Leboyer, em que o ambiente é preparado para o nascimento com pouca luminosidade, silêncio, banho logo após o nascimento e contato mais intenso entre mãe e bebê.

Como as modalidades podem variar, não há estimativas sobre o número de partos humanizados feitos no Brasil. Até porque não se trata de uma técnica, mas de uma forma diferente de tratar a mãe, dando-lhe mais autonomia no momento de dar à luz.

No parto humanizado, é respeitado o ritmo natural do nascimento, e não há utilização de anestesia ou medicamentos para acelerar as contrações, assim como não há corte na região do períneo para facilitar a saída do bebê. A gestante não precisa fazer a raspagem dos pelos pubianos, passar por lavagem intestinal, nem precisa ficar o tempo todo deitada. Depois do nascimento, a mãe participa do primeiro banho, do corte do cordão umbilical, e pode amamentar logo na primeira hora de vida do bebê. Outra vantagem é que não há o afastamento da família e dos amigos durante o nascimento: a gestante pode estar acompanhada o tempo todo por quem ela quiser.

A maior parte desses nascimentos acontece fora do ambiente hospitalar. “Um hospital é um local feito para abrigar pessoas doentes, portanto não é o melhor lugar para receber mulheres em pleno vigor de sua saúde e capacidade física, que estão passando por um evento fisiológico e natural”, opina Jones. Por isso, há mulheres que não fazem questão nem da presença do médico - no Brasil, toda enfermeira tem habilitação legal para fazer partos. Outra opção é contratar uma parteira tradicional ou uma doula, mulher que oferece suporte emocional, físico e espiritual às gestantes antes, durante e depois do parto.
Riscos e contraindicações

Enfermeiras e parteiras são profissionais qualificadas para realizar um parto, mas não para agir no caso de uma emergência. Mesmo um médico, sem uma equipe ou sem os instrumentos necessários, pode fazer pouco em situações mais complicadas. Por causa desses riscos, o parto domiciliar não é recomendado pelo Conselho Federal de Medicina.

Abri mão do meu plano de saúde privado e decidi ter minha filha pelo SUS. Escolhi a casa de parto, do Hospital Sofia Feldman, em Belo Horizonte, depois de muito conversar com o obstetra, com meu marido e com familiares. Sabia que somente lá poderia ter meus desejos respeitados e valorizados

* Leia o depoimento de quem optou pelo parto humanizado

“Descolamento da placenta, hemorragia, falta de oxigênio no sistema nervoso que pode levar a paralisia cerebral ou mesmo a necessidade de fórceps para o bebê sair são situações em que, se não houver uma intervenção imediata com equipamentos adequados, podem resultar em tragédia”, adverte a obstetra Mônica Nogueira. Se o bebê tiver dificuldade de respirar ao nascer, por exemplo, e não for encaminhado a tempo, pode sofrer danos cerebrais permanentes.

Para evitar complicações, os partos domiciliares só são recomendados se não for detectado nenhum problema no pré-natal e a gestação for considerada de baixo risco. Estão excluídos, portanto, casos de gravidez múltipla, diabetes e hipertensão. Se a gestante entrar em trabalho de parto antes da 37ª semana, ou se o bebê estiver sentado, ela será automaticamente transferida para um hospital. Se o bebê demorar mais do 12 horas para nascer, também há o encaminhamento para o hospital.

Mesmo com esses cuidados, é preciso considerar, também, a questão logística. “Se algo der errado, é preciso saber qual o hospital mais próximo que pode atender nessa situação, qual o caminho mais curto, e como realizar o transporte. Se o hospital for longe e o trânsito estiver intenso, o problema fica ainda mais grave”, diz Nogueira.

Para a médica, é preciso avaliar os riscos de se ter um bebê em casa, antes de se pensar no conforto e na intimidade do ambiente. "Mas o parto humanizado realizado no hospital apresenta tanto risco, senão menos, do que o parto normal.”
Dor do parto

Outras críticas comuns ouvidas por quem defende o parto fora do ambiente hospitalar é que ele é muito doloroso para a gestante. Mas Jones afirma que há muitos métodos alternativos para aliviá-la, como banhos quentes, presença do marido para confortar e dar segurança, massagens, acupressura, do-in, mudança de posição, palavras de segurança e carinho.



Parto normal X cesárea no Brasil em 2009
Fonte: Ministério da Saúde
Total de partos normais 1.293.993
Mortes em partos normais 188
Total de cesáreas 687.400
Mortes em cesáreas 336

* Maioria das cesáreas é marcada para antes da hora no Brasil

O médico garante que as mães que passaram por esse procedimento raramente reclamam de sofrimento. “O afastamento da família, o uso de drogas potencialmente perigosas, a posição inadequada de parir e a imobilidade no leito são muito mais importantes como causadoras de dor (através do mecanismo medo-tensão-dor) do que a dilatação e as contrações em si”, justifica.

Apesar de muitos hospitais terem modificado o modo de tratar mamães e bebês, ainda são poucos os que oferecem o parto humanizado. Em geral, o custo é um pouco superior ao do parto normal (cerca de R$ 2 a R$ 3 mil a mais). Um pouco menos que o valor desembolsado por quem quer ter o filho na banheira de casa, que varia de R$ 5 a R$ 9 mil.

Para quem não pode pagar, a opção é procurar uma casa de parto (ambiente que une o conceito do parto humanizado ao respaldo de um hospital), que atende pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Mas ainda são poucas unidades no país.

"Na verdade, é muito mais importante humanizar o hospital do que tratar de partos domiciliares, porque a imensa maioria dos nascimentos no Brasil vai acontecer no hospital”, reconhece Jones.

fonte :
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/05/13/parto-humanizado-nao-e-sinonimo-de-dar-a-luz-em-casa-como-fez-gisele-bundchen.jhtm
oi